TRANSMUTALISM
is the recent ontological system created by the writer Emmanüel De
Ceriz and explained in the books "The Book of
Meta-H",
1995, "Transmutalism",
1999, "Ignius",
2001 and "Aureus",
2002/3. It consists in his transmutation into a new specimen, some kind of
unlimited and immortal being. He also founded a New Mathematics Theory,
the "Transmutational Calculus", to explore the possibilities to transmute one thing into a completely different thing (essence and structure),
A ~> B (A
transmuted in B), with A
≠
B.
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WillKohm Wund TRANSMUTALISM |
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Fundamentos para uma Nova Matemática e para o Cálculo Transmutacional
Transmutar A em B: hipóteses para o Cálculo Transmutacional
1. [(A = A) /\ (A <> A)] ó [(A = A) /\ (A = B), B diferente de A] 2. { A ~> B } : ? , “~>” = transmutação ou “transmutado em” 3. A = (e) + A’ , A’ < A , (e) = energia indefinida , A’ = sub-forma de A B = A +- (e) B = A + exi ; A = A’ + ei B=[A’+ei]+exi B=A’+ei+exi B=(A’’+e2i)+ei+exi B=(A’’’+e3i)+e2i+ei+exi B=A’’’+e3i+e2i+ei+exi
B = A +- (e)ii
A = () + A’ , () = campo energético não definido ó eii B=[A’ +- (e)i] +- (e)ii B= A’+-(e)i+-(e)ii B=A’+-[(e)i+-(e)ii] B=A’+-(e)i+-(e)ii B=A’+-(e)’+-(e)’’ , (e)i=(e)’ , (e)ii=(e)’’ B=A’+-(e)’+-(e)’’ , A’ = A’’ +- (e)’’’ B=[A’’+-(e)’’’]+-(e)’+-(e)’’ B=A’’+-(e)’+-(e)’’+-(e)’’’ B=A2i+-(e)i+-(e)2i+-(e)3i , A’ = Ai , A’’ = A2i , ...
A ~> B ( A transmutado em B)
Convencionemos o sinal “+” como exprimindo “+ ou –“ B = A + ex , notação: A = A’ + ei ou A = Ai + ei B = (Ai+ ei) + ex B = Ai + ei + ex , Ai = Ai-1 + e2i (? Ai=Ai-1+ei+ei=Ai-1+2ei) B = [Ai-1 + e2i + ei] + ex , Ai-2 = Ai-3 + e3i
A ~> B B = A+ ex , A = Ai + ei B = (Ai + ei) + ex B = Ai + ei + ex , Ai = Ai-1 + ei+1 B = (Ai-1 + ei+1) + ei + ex , Ai-1 = Ai-2 + ei+2 B = [(Ai-2 + ei+2) + ei+1] + ei+0 + ex , Ai-2 = Ai-3 + ei+3 B = [(Ai-3 + ei+3) + ei+2 + ei+1 + ei+0] + ex B = (Ai-n + S ei+n) + ex B = [limn->oo(Ai-n) + S (ei+n)] + ex , i->oo , n->0 B = [limn->x(Ai-n) + Snx (ei+n)] + ex
A ~> B
B = A+ ex , A = A1 + e1 B = (A1 + e1) + ex B = A1 + e1 + ex , A1 = A2 + e2 B = (A2 + e2) + e1 + ex , A2 = A3 + e3 B = [(A3 + e3) + e2 + e1] + ex , A3 = A4 + e4 B = [(A4 + e4) + e3 + e2 + e1] + ex B = (An + S en) + ex B = [limn->oo(An) + S (en)] + ex , n->oo ou B = [limn->x(An) + Snx (en)] + ex ... ?
Por outro lado se, B = [limn->oo(An) + S (en)] + ex então, B = [ 0 + Snoo (en)] + ex Ou, se considerarmos que a quantidade de energia necessária (ei) para transformar cada uma das sub-formas de A na sub-forma superior, é igual, então:
A ~> B
B = A+ ex , A = Ai + ei B = (Ai + ei) + ex B = Ai + ei + ex , Ai = Ai-1 + ei B = (Ai-1 + ei) + ei + ex , Ai-1 = Ai-2 + ei B = [(Ai-2 + ei) + ei + ei] + ex , Ai-2 = Ai-3 + ei B = [(Ai-3 + ei) + ei + ei + ei] + ex B = [(Ai-n + Sin (ei)] + ex
Ou, A ~> B
B = A+ ex , A = Ai + ei B = (Ai + ei) + ex B = Ai + ei + ex , Ai = Ai-1 + ei B = (Ai-1 + ei) + ei + ex , Ai-1 = Ai-2 + ei B = [(Ai-2 + ei) + ei + ei] + ex , Ai-2 = Ai-3 + ei B = [(Ai-3 + ei) + ei + ei + ei] + ex B = (Ai-3 + 4ei) + ex B = (Ai-n + nei) + ex
As Funções – mais uma hipótese
Ele era Ptath. O três vezes grande Ptath. / O trono do deus em Nushirvan. / Os deuses não dormiam... A. E. Van Vogt, “The book of Ptath”
A minha atenção sempre esteve vigilante para captar tudo o que se relacionasse com transmutação. Durante as aulas de matemática, relacionei o estudo das funções com o ser humano e a sua possibilidade de se transmutar.
Recordo-me da função simples que foi o ponto de partida dos meus pensamentos: f(x) = x-2.
Se invertêssemos a função f(x) ficaria f-1(x) = 1/(x-2)
e se em seguida atribuíssemos à variável x o valor 2 ficaria f-1(x) = 1/(2-2) = 1/0 = infinito
A função apresentaria aqui um ponto de descontinuidade. Para onde tinha desaparecido a função quando x = 2? Ou em que é que se tinha transformado?
Com base nisto pensei que, de certo modo, cada ser humano poderia ser considerado como uma função complexa de funções de muitas variáveis do tipo: F(f1(x1, x2,..., xn),f2(y1,y2,...,yn),...,fn(z1,z2,...,zn))
Parecia também ser possível inverter a função F e obter um conjunto de valores para as variáveis xp,yp,...,zp que a tornassem nula.
Se assim fosse, existiria a possibilidade de 1/F = 1/0 = infinito.
O que aconteceria ao ser humano se “alinhasse” as suas variáveis para que se tornasse igual a zero? E se conseguisse também inverter a sua própria função tornar-se-ia igual a infinito? Que significado existencial e ontológico poderia representar tal efeito?
Aqui ficam mais estas interrogações, façam ou não sentido. Parece-me, no entanto, que mais uma vez o processo de transmutação poderá estar relacionado com o nada, com a anulação do ser e a transformação no infinito. De novo me recordo da frase “o que é necessário é ser o nada e doseá-lo”...
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Ler "IGNIUS, O Mistério da Transmutação" Capítulo a Capítulo:
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