TRANSMUTALISMO é o recente sistema ontológico criado pelo escritor Emmanuel de Cériz e explanado nos seus livros "O Livro de Meta-H", 1995, "O Transmutalismo", 1999, "IGNIUS", 2001 and "Aureus", 2003. Consiste na transmutação do ser humano numa outra espécie ilimitada e imortal.

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TRANSMUTALISM

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  Emmanüel de Cériz     

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O que é o TRANSMUTALISMO?

Fundamentos para uma Nova Matemática  Cálculo Transmutacional:Uma Nova Abordagem Matemática

 

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TRANSMUTALISMO é o recente sistema ontológico criado pelo escritor Emmanuel de Cériz e explanado nos seus livros "O Livro de Meta-H", 1995, "O Transmutalismo", 1999, "IGNIUS", 2001 and "Aureus", 2003. Consiste na transmutação do ser humano numa outra espécie ilimitada e imortal.

 

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O Livro de Meta-H

 

                                                                                  Kohm


 

  

Tu és linha no horizonte

E eu a gaivota louca

Que procura lá chegar...

Tenho voado mil céus

De olhos postos em ti

Na ânsia de Te alcançar...

Mas quanto mais vou voando

mais Te vais tu afastando

e eu a louca gaivota

vou voando sem parar...

Talvez um dia cansada

Em tua linha dourada

Possa terna adormecer...

Até lá, Ó horizonte

de olhos postos em Ti

vou voando... vou voando...

                M. Manuel Andrade...

 

 

 

 


 

Introdução

 

            Este é o relato de uma viagem. Uma viagem que teve início em Junho de 1993 e terminou, abruptamente, em Abril de 1994.

            Uma viagem não no espaço, mas sim na mente.

            Sempre acreditei que existia uma área da alma humana ou da mente muito acima do inconsciente e do consciente. Depois de termos vivido uma “eternidade” equacionando apenas o estado comum – o consciente – Jung e Freud descobriram o inconsciente também chamado de abismos, profundezas ou infernos da mente.

            Durante esta viagem, enquanto toda a gente ainda anda fascinada com a exploração dos nossos “infernos”, eu procurei alcançar os nossos “céus”.

            As altitudes da mente.

                                                 Kohm

                                                21 Outubro 1995

 

 



 

0. Aquilo a que chamamos realidade é apenas uma das interpretações possíveis, que criamos, do nosso meio vivencial.  É um protocolo de comunicação criado/imposto por cada um de nós e pela sociedade em conjunto.

      Aquilo que é, de facto, a realidade, ou melhor, a existência é algo que ainda nos ultrapassa.                      

 

 

1.       A Unidade e a Pluralidade, diálogo com um aprendiz de génio. Agosto 93.

 

G: “Se partirmos do princípio da existência do infinito, já sabemos de que só um existe, um só como unidade que significa a pluralidade ainda inexistente.”

 

MetaH: -- A pluralidade será sempre inexistente. O que existe é a ilusão da pluralidade.  Não há nada que exista de facto, para além de ilusões e da unidade.

 

G: “Mas aquilo que se vê não existe! Somente aquilo que imaginares e sentires, nada mais.”

 

MetaH: -- Sim, claro.

 

G: “A sensação de viver é uma sensação como muitas outras, mas viver não é uma sensação, é mais que qualquer ponto ínfimo do infinito; junto a nós ela decorre.”

 

                                               ...         ...         ...

 

As minhas opiniões sobre os estados de homem, de génio e de deus:

    

            Um génio é aquele que vislumbra o infinito, mas não consegue descrevê-lo de um forma simples. Um deus fá-lo pela magia aplicada.

            A diferença entre um génio e um deus é que, para além da genialidade, o intelecto e o racional não são suficientes.

            Einstein era um génio. Era brilhante em Física, nas suas capacidades e no seu amor pelo divino. Um deus não é apenas brilhante, mas divino em tudo. Ele não adivinha, apenas, o universo. Transforma-o e transforma-se estrutural e essencialmente, isto é Transmutação.

 

            Um génio ainda é humano. Talvez seja o máximo permissível enquanto homem. Por isso é inteligível para o homem comum como um deus é inteligível para o génio.

 

            A diferença entre o homem, o génio e o deus é a Transmutação.

            Einstein, por exemplo, não desenvolveu a estética pessoal, era distraído e o seu corpo, gestos e postura não eram igualmente geniais. O génio abre um, dois ou três canais ao máximo possível dentro do estado humano que é o vislumbre do infinito. Os outros canais continuam embotados.

            Um deus é divino em si próprio, em todos os seus actos [não confundir com perfeição = prisão = ideia que fazemos nós, humanos, do divino]. Um deus passou para além do estado de inteligência amplificada e realizou a integração com a magia...

            ...É essa integração que conduz à TRANSMUTAÇÃO.

           

            Ser divino cria um vácuo no homem que o leva à adoração espontânea.

 

 

2.      Aplicação dos conceitos da Física Quântica:

 

a) Não há ninguém superior ou melhor do que ninguém.

b) Apenas vivemos todos em mundos diferentes. O tempo e o espaço que habitamos criam realidades diferentes que nos aprisionam em gaiolas ontológicas [do Ser].

 

c) A contemplação profunda é a única forma de “compreender/Ser” os outros. Só quando os “grokamos” (in “Um estranho numa terra estranha” de Robert A. Heinlein) é que somos nós; é que nos compreendemos.

(Só quando conseguimos ser os outros é que conseguimos ser verdadeiramente, essencialmente, nós próprios.)

 

 

3.      É preciso saber ocultar o deus que há em nós

 

Os homens pressenti-lo-ão porque ele transparece e em contrapartida não se chocam. Adivinham-no, mas sem o saber.

Se há “divino” por fora, há vazio por dentro.

Se há vazio por fora, há divino por dentro.

 

O interior, por ser incompreensível, é o que toca o homem e a natureza.

Devemos Ter sempre presente que tudo funciona pelo princípio do vácuo.

Tudo depende do grau de vácuo que consegues criar e do que queres atrair para esse vácuo, para ti.

 

 

4.      Ocultar

 

Oculta sempre os teus poderes [paranormais]. Quando os utilizares procura estar só ou com os que te seguem. Mas cautela mesmo com esses: os homens assustam-se com o poder sobrenatural [e onde existe medo não existe o amor].

Nunca faças demonstrações do teu poder para ninguém.

 

 

5. Nunca dês sem to pedirem (lembra-te do princípio do vácuo)

 

 

6. Medo versus AMOR

 

            O medo existe quando não existe o amor.

            - Nunca tenhas pressa -

            O ser não tem tempo.

            És tu que crias a realidade.

            Nada interessa. Tudo são ilusões. As tuas ilusões, a tua argila vivencial.

 

            ... O AMOR EXISTE ONDE NÃO EXISTE O MEDO.

 

 

7. Há uma fronteira muito ténue entre a loucura (genial) e o divino. É preciso estar vigilante para distingui-la. [You should be cool, very cool.]

 

            Há uma fronteira ténue que me separa entre o homem, o deus e a loucura!

            Há em mim um certo medo(*) de pisar pela loucura, confundindo-a com a divindade.

            Há em mim três entes; desejo a fusão, a integração.

            Por vezes tenho medo(*) do real. O real rouba-me os sonhos (...ou roubava-me).

 

 (*) - porque ainda não vivo num estado de Amor pleno.

 

 

8. A PONTE entre este meu estado e o dos outros seres humanos:

 

            Existe uma real dificuldade em lidar com os outros quando me encontro neste estado em que a mente é mais lúcida, mais rápida e o meu ser desprovido de tantos impossíveis.

Talvez seja mais fácil dentro dos seguintes parâmetros:

1.      Saber o que querem (material ou espiritualmente)

2.      Proceder à troca

3.      Possuir Tempo (flexível)

 

 

9. Nada nos pode fazer (essencialmente) mal a não ser nós próprios.

 

            É preciso medir, pesar, analisar cada passo antes de o dar [ o risco deve ser ESTRATÉGICO].

 

            Mas se o temor for apenas o medo, esse passo deve ser dado com amor. [onde existe amor não há motivo para o medo]

            A única forma de fazer mal a nós é procedendo de forma suja e assim, cobrir de fuligem a nossa essência divina. A partir daí deixaríamos de ser, de facto, nós próprios. Passaríamos a ser comuns humanos ou ainda pior – INFERNOS individuais.

 

 

10. O INDIVÍDUO

 

            O indivíduo é alguém que pensa que É, que possui a sua personalidade vincada e, no entanto, não é. É apenas uma ilusão presa ao real e à sociedade.

 

            O indivíduo, no fundo, é o ser profundamente comunitário. O que vive em função dos outros e que não lhes impõe quaisquer ideias.

 

            Para ser, verdadeiramente, um ser comunitário é necessário ser ninguém (para além da nossa essência pura) e aí somos considerados individualistas pelos individualistas que se julgam comunitários.

 

            Sermos assim essenciais é, de facto, VIVER. Ser não só para nós, mas pelos outros e para os outros. Para o todo.

 

            [Aí, dependeríamos dos outros energeticamente: precisaríamos da adoração sem compreensão e devolver-lha-íamos em forma de cura, liberdade, conhecimento e amor. (Se eles nos adorarem, nós conseguiremos ama-los, até na sua maldade – provocada pelo medo.)]

 

 

11. Por vezes a vaidade não deixa ver com clareza as evidências

 

12. Não faças nada na qual detectes uma ponta de vaidade.

      Cria, porém sempre a beleza.

 

13. A vaidade espreita em cada esquina e em cada distracção.

 

14. O MEDO

 

            O medo é o motivo de todos os males (do real) e dos infernos (do sub-real).

 

 

 

 

 

15. INFERNO, EGO

 

         “The hell is not the fire. The hell is your believe in you as the higher.”   

             Peter Murphy

 

 

         O nosso amor-próprio, a nossa importância pessoal, separam-nos do nosso eu essencial. Atormentamo-nos com pena de nós, com o sentimento de que somos vítimas de injustiças, etc. Se caímos em depressão, caímos por gostarmos demasiado (e da forma errada) de nós. Por nos preocuparmos muito connosco e pouco com o todo e com os outros. Se vivermos os problemas da totalidade e não apenas os nossos, estamos LIBERTOS. A partir de um certo nível ontológico, de ser, os conceitos como namorar, paixões, amor egocêntrico, são demasiado primitivos.

 

            A maioria da nossa espécie vive assim. Vive num plano que alguns de nós já deixaram para trás.

 

            A verdadeira ligação amorosa está para além dos convencionalismos e do corpo.

 

            O corpo deve ser uma concretização de uma ligação espiritual total. “Lá em baixo” usam e abusam do corpo de uma forma repugnante. Como se fosse uma máquina, uma “love machine”, automática, para produção de prazeres egoístas.

 

A melhor coisa que fiz na minha vida foi trabalhar no abandono do meu ego. Agora sou muito mais eu. Os nossos egos espreitam constantemente e dão-nos a sensação de sermos nós próprios. Só quando os perdemos e passamos a viver não para nós , mas para a totalidade (da qual somos também uma pequena parte) é que somos realmente livres e puros. A nossa essência só vem acima depois de termos enfraquecido ou aniquilado os nossos egos (amor próprio, vaidade, preguiça, inveja, egoísmo, etc., etc.). Antes de o termos feito, esses egos, incutem-nos um medo terrível de ao perdê-los deixarmos de ser nós próprios – de perder a nossa individualidade.

            O que acontece é precisamente o contrário. É fantástico. É um mundo novo. A realidade já não nos magoa tanto – sabes porquê? Porque já não nos preocupamos muito connosco e com as nossas dores. Vivemos muito mais para o todo. Quebram-se o egoísmo e a pena de nós próprios. São coisas como essas que nos levam a depressões. Exemplo: alguém que não gosta assim tanto de si não sofre tanto a tendência para deprimir-se porque não está mais preocupado apenas consigo, mas sim com o todo.

 

            Claro que não nos devemos desprezar porque também nós fazemos parte do todo e somos a única coisa que temos de forma directa. Somos o nosso único veículo para contribuir existencialmente.

 

 

...   ...   ...

 


 

  

És diferente da maioria mas há muitas semelhanças entre ti e mim.

            Quando te ouço tenho a sensação de me estar a ouvir.

            Eu também estou em constante mutação conceptual, física e espiritual.

            Até hoje nunca encontrei alguém que me conseguisse compreender mais que 30%.

            Houve uma altura que eu pensava que deveria procurar indivíduos que me compreendessem e viajei ao encontro dos escritores, cientistas e pensadores que admirava. Porém o nível de compreensão obtido não ultrapassou muito o valor anterior.

            Depois disso, entrei numa fase em que procurei calar-me o mais possível em relação aos restantes 70% de mim e estabeleci uma ligação profunda com animais – porque eles não me fazem mal. Algumas pessoas a quem eu me dei a conhecer para além dos 30% do normal tiveram atitudes desagradáveis comigo porque interpretaram tudo mal. Distorceram tudo.

            Assim, a totalidade de mim é solitária.

            Com os meus animais, principalmente com o cavalo Eoasell, eu abro-me sem receios e sinto-me acompanhado. Mais do que com as pessoas. Com as pessoas tenho constantemente de me travar. Se não o fizer os resultados poderão ser os seguintes:

 

1)      Não me acreditam

2)      Interpretam-me mal

3)      Assustam-se

4)      ou Agridem-me

 

 

16. EXIBICIONISMO

 

            Nunca mostres aquilo que não te é pedido. Cuidado: o exibicionismo espreita em cada desatento teu.

 

 

17. TRANSMUTAÇÃO

 

            1)  Um génio possui um ou mais canais abertos mas mantém-se um humano trôpego, apesar de vislumbrar a luz.

 

            2)  O cansaço é a tua incapacidade de reabsorver energia de modos não comuns, mais tarde levar-te-á à morte.

 

            [Para já, sabes usar a energia do Sol, mas poderias usar qualquer outra, até a do meio espacial que te circunda. Ou até a que está dentro de ti.]

 

[TODAS AS CHAVES ESTÃO DENTRO DE TI]

 

            3)  Quanto maior o poder, mais fria tem de ser a mente.

            Deves ser: frio, muito frio (no início) para conseguir aguentar a ascensão. Dominar a velocidade (simbolizada pela ingestão do caracol).

 

4)      Um deus é aquele que perdeu a ansiedade provocada pelo mergulhar no infinito.

 

Não importa se é um homem ou se é um deus; é aquele que não procura, não encontra – VIVE,  É  e  ESTÁ.

 

...é aquele que sabe abandonar as coisas no seu melhor (sem ansiedade de as viver até ao fim esgotando-as) e parte para outras por sua vontade.

A sua vontade é o comando – cria a realidade [como segundo a interpretação de Copenhaga, na física quântica. “O gato de Schrödinger”].

 

 

 

5)      ADORAÇÃO

No homem comum espera a adoração, o respeito, o medo ou a agressão mas, nunca a compreensão.

 

___      ___      ___

  

  


  

Os POEMAS de PODER

 


 

            O tempo chegou... enfim, afinal.

            O povo simples das redondezas foi convidado.

Trovadores chegaram.

E o casamento foi celebrado.

 

Ele desceu os degraus do seu castelo

sobre o corcel branco e,

ao seu lado desceu (subindo)

a égua com olhos debruados a ouro e íris azuis prateadas.

Para alguns, a noiva estava sobre ela, invisível.

Para outros, a égua era um unicórnio.

Ou talvez fosse um casamento espiritual...

 

Foram coroados e eram, afinal, um só.

Desceu sobre eles o Espírito que eles eram.

E nasceu um reino de beleza na terra...

Sem mais lágrimas.

Aqui no céu.

           

  


  

  

I dream...

            With a palace near the river and the sea. And I release fifteen white horses around.

 

            (Suddenly my...)

            ...My pain, my pain; I wish was not here. But part of my soul is lost, I don’t know how long.

            Please God... not forever!

            I die inside...

            But a letter comes, like a drop of blood and I feel the living breath again.

            I can, at least, dream some more.

            If could be not only so!

            But, never mind... perhaps the real things are not more than illusions or dreams...

            Oh, my step-by-step dream, give me the eternity of your holding arms!

            Or, at least, let me dream forever...

            To fly in your golden wings

                        (Wings of desire).

 

  


 

  

            Se a minha tristeza

                            pudesse voar      

         Inundaria todos os espaços

         Tingiria de roxo todos os seres

 

         Até o rouxinol que se despenharia

                            dos céus e se dilaceraria

                            nos espinhos das rosas

                                               enganadoras.

 

         O mundo seria por fora

                            aquilo que eu sou obrigado a ser

                            por dentro.

 

 


 

  

O Touro Enraivecido

  

 

         Foi calcado, espezinhado, maltratado e abusado.

...Por seres mesquinhos mas gordos e luzidios.

         Saiu torturado e torturante dos sonhos evadidos e vendidos e caiu de assalto...

               - O touro enraivecido!

         Saiu determinado a vingar-se:

                            da pequenez,

                            da estupidez e da futilidade assassinantes.

         Aterrou numa superfície agreste

                            de um universo-ilha maldito!

               - O touro enraivecido...

         Não está nunca mais disposto a perdoar,

                                               a sorrir,

                                               a condescender...

                                               com nada!

         Porque esteve sempre rodeado

                                      de abutres,

                                      de corvos,

                                      de vermes...

               - O touro enraivecido!

         Que pise com os seus cascos esses vermes

                                      impiedosamente,

                                      com indiferença;

         Porque nesse universo-ilha

                                      eles nada são,

                                      sempre que existiram foi apenas

                                      para o oprimir.

         Por isso ele sabe apenas uma verdade:

                                      Destroçar... seguindo em linha recta.

                                      Incendiar... para se aquecer.

                                      Rasgar... para comer.

        

Morrer!

 


 

Todas as chaves estão dentro de ti. [o paradoxo]

 

            Não precisas de mais nada a não ser de ti próprio, para realizares a tua transmutação. Não precisas de laboratório, dinheiro, mestres, livros, tecnologia. Nada! Todas as chaves estão dentro de ti. Não precisas de tempo; a única forma de o fazeres é agora e sempre, durante todo o momento. Deixa de ser um admirador do divino e sê divino. Enquanto fores um admirador estás a adiar; adiar é deixar para depois; é igual a não o fazeres. Porque não há nada para fazeres. Não há meios. Não há fins.

 

            Só te resta ser, e ser é sê-lo já, agora e sempre. Enquanto viveres à espera de te tornares naquilo que desejas não passas de um amante do belo. Mas não és belo! As chaves estão todas dentro de ti!

 

 


 

Um Saco Cheio de Prendas...

 

“A guerra dos deuses” de Van Vogt

A música de Phillip Glass,  “Akhenaton & Nefertiti”,

“Einstein on the beach”,  “The photographer”...

O filme “Orlando” de Sally Potter

“O feiticeiro de Terramar” de Ursula K. Leguin

O “Hino ao Sol” de Ak-hen-Aton

Os livros de Didier Comès

A música dos índios da América do norte

Os livros de Carlos Castaneda

Os quadros de Van Gogh... “nuit etoilée”!

O “Bolero” de Ravel

O livro “Serafita” de Balzac

As atmosferas de Ticiano

“Ilusões” e “Fernão Capelo Gaivota” de Richard Bach

“Oh, fortuna!” da “Carmina Burana” de Carl Orf

A Arquitectura de Gaudi

A música dos “Massive Attack”

O “sfumato” de Leonardo Da Vinci

“Tears in Heaven” de Eric Clapton

“Prince”, o mais belo lobo da Sibéria

Os sons do violino, violino, violino...

Pensamentos não-aristotélicos e geometrias não-euclidianas

A música de Sade Adu

O pôr-da-lua cheia no mar

As cores e aromas da natureza e da floresta

A Física Quântica  e a música de Cravo

O Sol e as nuvens do poente

A sonoridade da gaita de foles e os verdes secos da Escócia

O “Hino à Alegria” de Beethoven

Em-Manu-El de Nazaré

O “Sonho de amor” de Liszt

A música “I’m calling you” e o filme “Café Bagdad”

A beleza feminina

Tardes frescas de neblina em tempo quente

O Amor

As estrelas

“As asas do desejo” de Wim Wenders

“Supercerebro” de Van Vogt

Os golfinhos

A Lua

D’Eus

O céu

 

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Pogonophoros
read one of the most interesting chapters of the transmutalist book  "IGNIUS - The Book of Life"


The "Pheros"
The Pheros are beings (humans or not) of very high energy (or Igneous, "IGNIUS"). 


Transmutalism on Earth

Transmutalist Art, some Paintings. Transmutalist Art
Images and fundamentals of this new artistic and ontological current

 

"IGNIUS, The Book of Life"   Capítulo a Capítulo:

 

 0.  Íris  (Fase 0) 1.  Memórias / Génese / Nascente 2.  Os Negros Anos Luz3. Kérik e a Meta-Arte, Ponto de Viragem 4.  Poente 5. Pogonóforos 6.  Aleator 7.  O Princípio da Certeza 8. O Livro das Transmorfoses 9. O Cálculo Transmutacional10. Epílogos

 

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